Ricardo Araújo Pereira abraça o mundo sem ecrãs: "Faz falta, é bom"

Ricardo Araújo Pereira conversou com a TV Guia sobre como os algoritmos e a inteligência artificial moldaram a nossa rotina, partilhando também a sua experiência pessoal com práticas mais clássicas e desligadas do mundo digital.
O humorista confessou uma preferência clara por métodos antigos e longe dos ecrãs: "Tenho máquinas de escrever, tenho canetas. Eu escrevo à mão todos os dias e estou já a praticar usar muito menos o telefone".
Questionado se tem deliberadamente modificado a sua relação com a tecnologia, Ricardo Araújo Pereira confirmou que sim, e manifestou satisfação com essa decisão: "Sim, e acho ótimo".
O comediante descreveu um cenário comum que o incomoda: "Por exemplo, estamos a ler um livro e, de repente, aparece uma coisa qualquer e pensamos: vou procurar isto. Pegamos no telefone para fazer essa pesquisa só que, assim que abrimos o aparelho, aparece que no WhatsApp, onde temos dois grupos, há mensagens novas. E vamos por aí fora".
Para Ricardo Araújo Pereira, o verdadeiro luxo é a desconexão total. "Eu gosto de um momento em que não há internet, nem telefones, nem coisa nenhuma. Acho que isso faz falta, é bom", concluiu.
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